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Religião sem Deus
O que pode ser pior do que achar que se é cristão enquanto se vive absolutamente longe de Deus?

Que o homem é um ser religioso por natureza nenhum cientista ousou contestar. Nunca se encontrou povo que, por remota que fosse a sua localização, não estivesse também ao seu modo buscando um encontro com o sobrenatural. Quando percebe o poder destrutivo dentro de si mesmo ou considera sua impotência diante da realidade da vida, o homem sempre procura a religião.

Como cristãos sabemos que há uma que é “pura e sem mácula” (Tg 1.27) enquanto se multiplicam outras que, apesar de dar breve sensação ao seu praticante de estar em paz com o que está além de si próprio, nada mais faz do que isso: causar impressão.

Nesses tempos em que se fala em pós-cristianismo, muitos que se imaginam cristãos estão conseguindo apenas aplacar, e isso até certo ponto, as inquietações de dentro de si mesmos. Estão participando de rituais capazes de fazer vista aos homens, mas que são em si mesmos vazios. Estão praticando religião e esta absolutamente sem Deus.

O caso é simples e sem novidades. O que outrora representara um relacionamento direto com Deus, cheio de significado... o que já fora um encontro entre filho e pai, se tornou repetição e religiosidade insossa já que há muito foi perdida a razão de ser do que se faz. E seguem-se ajuntamento solene que faz bem para a consciência, mas que, associada à impiedade da vida diária, só causa a Deus nojo e afastamento (Is 1.13).

Não sei se é esse o seu caso, mas talvez seja o de alguém bem perto de você: é preciso urgentemente voltar ao primeiro amor e vivenciar de verdade cada ato do culto e isso só é possível quando este encontra continuidade na vida diária, no comum do dia-a-dia. Não se pode viver verdadeiro relacionamento com Deus em doses, sejam elas homeopáticas ou cavalares. Só se relaciona com Deus de fato no contínuo da vida, nas escolhas do cotidiano, quando bússola interna aponta para o norte da vontade objetiva de Deus. Quando essa vontade é buscada a cada lance da vida os rituais que praticamos têm valor. Não são apenas válvulas de escape da consciência atormentada dos que pautam a vida por objetivos passageiros e querem ao fim de tudo um prêmio eterno. Nossos encontros de domingo não serão “o” encontro com Deus, já que estamos com Ele o tempo todo. Serão antes de tudo a celebração da alegria de viver uma semana inteira desfrutando de graça e do relacionamento com nosso maravilhoso Senhor que, inexplicavelmente, resolve nos chamar de amigos e até mesmo filhos.

Pr Enoch Júnior


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